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Matérias

O cinema e o dia do casamento

17/07/2015

  • Fotos: Reprodução

    Sissi. 1955.

  • Fotos: Reprodução

    Cinderela em Paris – Funny Face. 1957.

  • Fotos: Reprodução

    A Noviça Rebelde – The Sound of Music. 1965.

  • Fotos: Reprodução

    A Primeira Noite de um Homem – The Graduate. 1967.

  • Fotos: Reprodução

    A Megera Domada – The Taming of the Shrew. 1967.

  • Fotos: Reprodução

    Quatro Casamentos e Um Funeral – Four Weddings and a Funeral. 1994.

  • Fotos: Reprodução

    Diário de Uma Princesa 2 – Princess Diary 2

  • Fotos: Reprodução

    A Duquesa. 2008.

  • Fotos: Reprodução

    Espelho,Espelho Meu – Mirror, Mirror. 2012.

Por Eleonora Rosset

   Qual de nós nunca sonhou com aquele dia, em ser o centro de todos os olhares, de vestido lindo, buquê na mão e ele lá na frente, esperando, com o coração aos pulos?

   Casar é, e sempre foi, um projeto feminino. É a natureza comandando e a cultura incorporando essa cerimonia ancestral.

   E os homens? Acho que eles também pensam nisso. Há uma aura sagrada e romântica em torno do par de noivos.

   Adoro cinema. Tenho um blog em que escrevo sobre filmes, e creio que cenas de casamentos são sempre bonitas e podem servir de inspiração, principalmente quando se pensa em casar. 

   Já desfilaram na telona noivas inesquecíveis e de todo tipo. Sejam radiosas, triunfantes, engraçadas, tristes, fujonas, lacrimosas, relutantes, nobres ou plebeias, todo mundo lembra de uma, interpretada por uma atriz preferida.

   E os vestidos? Noivas não seguem moda. Todos os estilos conhecidos são usados para a ocasião. Umas são sóbrias e elegantes, outras exageradas, mas reza a lenda que toda noiva é bonita, não importa o que vista. É o efeito felicidade.

   As noivas do cinema não são diferentes. Muitas delas “casam” pela primeira vez na tela e passam essa emoção para a plateia. Sempre deslumbram e alimentam o sonho.

   Minhas noivas do cinema têm a ver com a minha memória afetiva. E a primeira que me vem à mente é Julie Andrews, em A Noviça Rebelde – The Sound of Music, de 1965, saindo do convento com as bênçãos da madre superiora, naquele vestido de cetim branco, e eu chorando emocionada, numa sessão da tarde, no cinema com minha mãe. A primeira, a gente nunca esquece.

   Depois vieram tantas que é até difícil desmisturá-las na memória. Mas tenho minhas preferidas intactas.

   Audrey Hepburn, sempre marcante, ficou linda de noiva em Cinderela em Paris – Funny Face, de 1957, em que desfila como manequim da Casa Dior e consegue arrumar o noivo, encantado com ela, de vestido estilo bailarina, saia de tule farta, cintura bem apertada e sapatilhas de cetim.
Romy Schneider, aos 17 anos, casou-se com o Imperador da Áustria, no filme Sissi, de 1955, e maravilhou as mocinhas da época, com a mantilha de renda encimada por uma coroa cravejada de brilhantes e uma longa cauda no vestido.

   A Primeira Noite de um Homem – The Graduate, de 1967, com Dustin Hoffman e Katherine Ross, é outro filme que tem uma cena única de fuga dos noivos da igreja, com a linda noiva correndo com seu vestido de renda e grinalda ao vento, cabelos longos completando o look anos 1960.
Elizabeth Taylor foi uma noiva de época, em A Megera Domada – The Taming of the Shrew, de 1967, num vestido branco com fitas azuis, decotado, cabelo com coque armado e uma rica tiara combinando com os olhos cor de safira.

   Andie MacDowell, por sua vez, em Quatro Casamentos e Um Funeral – Four Weddings and a Funeral, de 1994, usou um sóbrio vestido com bolero de renda, brincos e colar de pérolas. Elegante e clássica.

   Nos filmes mais recentes, como não lembrar de Keira Knightley, em A Duquesa, de 2008, em que faz uma aristocrata inglesa do século 18 e usa um vestido champanhe de seda, brocado e rendas, todo bordado e de muito bom gosto.

   Já Julia Roberts, em Espelho, Espelho Meu – Mirror, Mirror, de 2012, usou o vestido de noiva mais extravagante que já vi, da figurinista japonesa Eiko Ishioka, de cetim e organza formando escamas, bordadas com cristais Swarovski. Um espetáculo à parte.

   A mais princesa foi Anne Hattaway, em Diário de Uma Princesa 2 – Princess Diary 2, que exibiu seu vestido e grinalda de rendas com porte real e graça.

   A mais natural, mas sofisticada, foi Amanda Seyfried, em O Casamento do Ano – The Wedding of the Year, de 2013, com flores nos cabelos soltos e vestido com mais flores aplicadas.

   E a mais romântica foi a mesma Amanda Seyfried, num modelo “bohemian”, em Mama Mia!, de 2008, com muitas camadas de tule, flores, cabelos com cachos soltos e pele dourada pelo sol da Grécia.

   Inspirem-se no cinema, meninas! Uma dessas noivas pode fazer o gênero que você procura para o seu grande dia.
 

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