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Matérias

Entrevista com Betina Schmidt

18/12/2019

  • Arquivo Pessoal

    Betina e Roger trocaram alianças em uma cerimônia na praia

  • Cerimônia seguiu o estilo dos noivos

  • E até o cachorrinho do casal participou!

   Nascida em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, Betina Schimdt iniciou sua carreira como jogadora de vôlei ainda na adolescência. Filha do técnico Jorge Schmidt, Betina conquistou diversos títulos pelas seleções de base do Brasil, como o Campeonato Mundial Infanto-juvenil 2005, o Campeonato Sul-Americano Juvenil 2006 e o Campeonato Mundial Juvenil 2007.

   Após conquistar a Superliga Feminina, em 2009, mudou-se para os Estados Unidos, onde deu início à carreira de modelo e se formou em Administração. De volta ao Brasil, deu continuidade a sua consolidada trajetória no mundo da moda.

   Reservada sobre sua vida pessoal, recentemente oficializou sua união com o ex-jogador de futebol e comentarista Roger Flores, em uma cerimônia singela numa praia do Ceará.

   Nessa entrevista exclusiva ao Yes Wedding, ela contou mais sobre sua carreira, os desafios que já encarou e as escolhas que fez para seu casamento. Confira!

   YES WEDDING – Antes de atuar como modelo você foi jogadora de vôlei. Qual o principal ensinamento que adquiriu com o esporte e que levou para a profissão de modelo?

   BETINA SCHMIDT – Eu devo a minha carreira no vôlei toda a minha formação e o meu caráter. Foram ensinamentos de resiliência, de espírito de grupo e, principalmente, controle do ego de que você não pode ser maior do que ninguém. Esse foi o maior ensinamento que eu tive, porque no meio da moda é tudo totalmente diferente. Seu ego acaba aflorando porque você é individual, mas no fundo sem toda a equipe que está trabalhando com você nada dá certo. Então o maior ensinamento foi esse, entender que mesmo sendo a modelo principal de uma campanha ou sendo cotada pra um trabalho grande, eu não sou a estrela principal do trabalho em si e sem os outros nada funciona.

   YW – Em que momento percebeu que gostaria de seguir a carreira de modelo e deixar os esportes?

   BS – Foi quando eu estava nos Estados Unidos que eu decidi parar de jogar. Aconteceu depois que eu peguei uma campanha que pagava mais do que custava o semestre da faculdade. E aí eu comecei a pagar minha faculdade e virei modelo, tinha 22, 23 anos, e vendo que poderia me sair bem como modelo, foi o que eu fiz.

   YW – Qual foi o momento mais marcante e o maior desafio da sua carreira?

   BS – Meu momento mais marcante foi exatamente a transição, lá nos Estados Unidos, essa troca de carreira. Eu tive que largar os estudos pagos, me virar sozinha e eu não fazia dinheiro suficiente pra isso. Por seis meses eu tive que trancar minha primeira faculdade pra poder me virar. Foi uma escolha, tive que trabalhar com outras coisas, não apenas como modelo. Então esse foi o momento mais marcante, foi a minha transição de carreira, algo que eu acho que é muito difícil de fazer, jogar tudo para o alto e começar algo novo.

   YW – Como jogadora você acumulou inúmeras conquistas. Qual é o significado desses títulos para você e para sua vida?

   BS – Esses títulos significam a aprovação de que eu era capaz naquilo que eu fazia. Fui campeã mundial, como capitã infanto-juvenil, e tinha carregava uma responsabilidade muito grande com meninas de 15, 16 anos como eu, e esses títulos ficaram marcados como uma recompensa e uma aprovação de que era capaz. E somos realmente capazes quando nos dedicamos totalmente ao que queremos.

   YW – Você se casou esse ano em uma cerimônia intimista na praia. O que te levou a optar por esse cenário/estilo de casamento?

   BS – Porque é isso que eu e meu marido somos, e se fosse pra ser de um jeito diferente nem iria sair o casamento. Optamos por curtir o casamento, porque esse momento é feito para o noivo e a noiva curtirem, e os demais vão lá celebrar o seu amor. Então esse era o lugar e o jeito que mais gostamos de celebrar a coisas: simples, intimista, com poucas pessoas.

   YW – Qual era a principal diferença da Betina noiva para a Betina do dia a dia?

   BS – Zero diferença, eu fui totalmente a mesma. Sou simples, porém gosto de estar com coisas que me deixam bonita, que me valorizam – tenho vaidade, óbvio –, mas a simplicidade e o conforto são o que eu sou. Eu vivo confortável. Não consigo ficar o dia inteiro com uma roupa apertada, com um sapato apertado, isso não funciona pra mim. Então eu tento encontrar coisa legais, estilosas e únicas, mas que me deixem confortável e me façam sentir bem.

   YW – Planejar um casamento requer tempo e dedicação. Como você conciliou o “trabalho de noiva” com as suas outras atividades?

   BS – Eu graças a Deus tive tempo pra fazer tudo, meu trabalho me deu essa oportunidade já que eu não estava trabalhando tanto assim. Eu consegui focar, e como já estava trabalhando com alguns eventos, a gente acaba se acostumando com o que tem que eu fazer. E eu precisava fazer ou não ia sair exatamente como eu queria.

   YW – Quais eram suas maiores expectativas para esse dia?

   BS – Eu já sabia que ia dar tudo certo, só queria conseguir transmitir isso no casamento, e conseguimos isso absurdamente. O mais importante pra mim foi isso e minha maior expectativa era que estivéssemos felizes, aproveitando sem nos preocuparmos com o resto, junto com os nossos melhores amigos e família, e graças a Deus a maioria estava lá presente e conseguiu aproveitar com a gente.

   YW – O que não podia faltar no seu casamento?

   BS – Comida e bebida, com certeza! Foi o que eu mais dei prioridade desde o começo. E música boa. Mas a música a gente se vira na hora e faz o que bem entender se precisar. Já comida e bebida boas pra mim são o mais importante, e foi no que eu foquei ao invés de ter uma super produção do resto. E valeu a pena!

   YW - O que você tem aprendido ao longo do seu relacionamento e qual dica daria para outros casais?

   BS – É muito difícil você dar dica porque cada um é cada um. Mas para mim o que mais importa num relacionamento é aceitar o defeito da outra pessoa, e também a resiliência. Você não pode esperar que o outro aja da maneira como você agiria. Essa é minha maior lição: respeitar o outro e, principalmente, o espaço do outro, sem querer mudar características mesmo que elas não te agradem, é o que pode ajudar num relacionamento duradouro. Muitas vezes é difícil, muitas vezes a gente não entende a outra pessoa – até porque, afinal, são pessoas diferentes –, mas o mais importante é essa resiliência de entender que cada um é cada um, cada um tem seus defeitos, nós temos os nossos defeitos e para evoluir e viver junto tem que aceitar tudo isso.

   YW – Para você qual é o significado de casamento e o sentimento de ter oficializado sua união?

   BS – Eu já estava casada, já tinha assinado os papéis, então foi só uma celebração. Mas acabou tendo um significado de uma nova etapa na nossa vida. Nossa união determinou uma nova etapa perante os nossos amigos e famílias, é um novo ciclo. Tudo que construímos até ali valeu e estamos iniciando um novo ciclo, nada muito diferente, no mesmo caminho, mas oficializamos ali um novo ciclo de vida, com novos sonhos e novos projetos.

   Agora que você já conferiu a entrevista, clique AQUI e veja um editorial bridal com Betina Schmidt!
 

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