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#FeSuplicyLoves

A adaptação na escolinha

21/08/2019

  • Fotos: Arquivo Pessoal
    Pequeno perdido no meio dos brinquedos da escolinha!
  • Curtindo as novas descobertas
  • "Lendo" um livrinho com toda a atenção
  • Hora de conhecer as 'có cós'...
  • ... e dar comidinha pra elas =)
  • Amo esse contato dele com os animais!
  • E a criançada pira também!
  • Comidinha preparada na hora para os pequenos
  • Será que tava gostoso? Sim ou com certeza?
  • Todos sentados juntos em volta da mesa
  • E depois, uma frutinha de sobremesa
  • E essa mão suja de brincar com a tinta?

   O tempo voou! E aqui estou eu falando da adaptação do meu pequeno na escolinha. Aliás, da nossa adaptação, porque foi minha também! Mas estou calma e tranquila, pois pesquisei e escolhi o que mais se identificava com os valores da nossa casa/família.

   No começo minha busca era para algo perto, que pudesse leva-lo a pé. Procurei, visitei, visitei, visitei... E não estava convencida. De repente pensei: “Pera aí! Estou aqui tentando dar o meu melhor com meu tempo para filho e agora vou buscar uma escola pela MINHA comodidade? Isso está errado! Vou buscar algo que faça mais sentido para o que eu desejo para ele”.

   E foi assim que cheguei aonde cheguei, e me apaixonei pela nossa escolha! (Sempre deixando claro que cada família tem seu jeito e cada escolha deve ser de acordo com seus valores pessoais).

   O primeiro dia foi uma delícia para nós dois. Eu pirando no lugar, encantada, vendo aqueles ‘cotoquinhos’ de gente – um mais fofo que o outro - todos independentes prá lá e prá cá, aquele lugar cheio de “bagunça” no bom sentido da palavra, pois o que as crianças precisam mesmo é brincar e explorar. Ver na hora do almoço todos sentarem juntos e educadamente numa mesona baixinha, usando tocos de madeira como cadeirinha e comerem na mesma hora, educados, sem brinquedos e em sintonia... Enfim, eu amo crianças e estava amando tudo aquilo. Ao mesmo tempo louca pra ter logo meu tempo livre depois de dois anos, mas feliz da vida em estar vivenciando ali aquela alegria com eles.

   E meu filho, descobrindo um lugar novo, pessoas novas, comida nova, brincadeiras e brinquedos novos, se relacionando com as coisas, com as galinhas de forma íntima (sim, tem galinhas que são quase babás por lá, rsrs... E eu amo isso!), aprendendo que agora tem crianças que podem tirar algo da mão dele e como lidar com isso, e etc.

   A equipe da escolinha nos deixou (os pais da adaptação) super a vontade e ia dando pequenos toques como “tenta ficar sentada mais longe”, “deixar que ele te veja mas não interagir” ou “se achar que dá, vai lá para a salinha que a gente leva ele se preciso”. Claro que levei também duas chamadas: uma por pegar o celular e acho ótimo que seja proibido (mas gente, é muuuuito mais forte do que eu querer registrar o primeiro dia de aula do meu filho) e outra porque meu pequeno ainda mama no peito (tema que merece um texto exclusivo) e teve um momento que ele pediu muito e eu dei. Aí a orientação perfeita foi que ele não pode de forma alguma fazer isso ali, pois não terá isso lá depois, e que se eu achasse que não dava para segurar, era para ir embora para dar e voltar no outro dia. Faz todo sentido!

   Enfim, contei isso para poder dizer que converso de tudo e explico detalhes para meu filho desde sempre (de forma simples e carinhosa), então lá fui eu a noite conversar que lá não poderia, que ele ouviu a “tia” falar, que a gente tinha que respeitar, mas que não tinha problema porque tinha um “papá” delicioso todos os dias, que ele poderia mamar antes e depois bla bla bla.

   E então, eis que no segundo dia falei de novo no nosso café da manhã, teve a mamada antes de entrar, mas no final ele pediu novamente. Eu simplesmente com carinho o lembrei da nossa conversa e tudo bem. Ele respeitou sem reclamar e não pediu mais nenhum dia. Meu recado é: não subestimem a capacidade de compreensão das crianças. Eu particularmente não gosto de apenas dar ordens, gosto que entendam o que estou pedindo, de entender o que estão sentindo e precisando também, e então “negociar”.

   Nesse segundo dia, já tentei ficar um pouco mais distante, mas ele estava super apegado. Me via sentada longe e chegava a vir até mim e sentar do meu lado também para ficar só observando os outros comigo. Fofo! Mas não era esse o objetivo. Aí ficava incentivando a ir brincar e fazer algo sem mim.

   Até que funcionava, mas toda hora vinha me trazer algum brinquedo ou me puxar. Vez ou outra, eu tive que ir com ele brincar, tamanha a insistência. E duas vezes que achei ele estava bem a vontade sai de cena e fui para a salinha dos pais (onde não estamos no campo de visão deles), durou pouco e até que rolou, mas de repente ele mesmo ia lá me procurar.

   Nos dias seguintes, foi meio parecido, mas cada vez eu conseguia mais tempo na salinha dos pais. E eu sempre estava explicando que estava lá esses dias para ele acostumar, se sentir seguro, mas que era para ele ficar sem a mamãe, que todos as tias e tio dali são muito legais e farão o que a mamãe faria, que confio neles e por isso apenas que o deixaria ali, que ele poderia falar tudo o que precisasse a eles e que SEMPRE eu iria avisar ao ir embora e mesmo assim voltaria depois, que era um lugar muito legal, incrível, que todas as crianças amam e ficam sem a mamãe ou o papai e que sem falta iríamos buscá-lo e voltar porque a gente o ama demais, enfim, várias coisas nesse sentido e sempre numa fala muito amorosa e segura.

   Eis que no sexto dia de escola, entrei com ele e fui avisada que seria “expulsa” dali meia hora (rsrs...). Já fui alertando, mas nesse dia ele já estava bem mais a vontade de fato. Quando iria sair, fui lá me despedir e ele pareceu ok. Levantei e fui saindo, e ele chorou um pouquinho. Voltei, falei novamente e fui. Ok! Só que não... kkkk... Entre pegar minha bicicleta para sair pelo portão, ele já estava com lagrimas atrás de mim. Parei e fui explicar mais uma vez com amor e calma. Ele entendeu tudo, mas como seria a primeira vez, naturalmente estava apreensivo.

   Notamos que sem um chorinho (que era o que eu gostaria e estava tentando) seria inviável eu conseguir ir embora. Então foi para o colo da “tia” chorando, dei tchau dizendo o amava e já voltava, e fui. Mal subi na bicicleta para me distanciar, a coordenadora abriu a porta e disse “Fernanda, ele já parou!”. Eba! Fiquei feliz... E caso ele não parasse e fosse sofrido demais, elas me ligariam para voltar, então fiquei por perto para qualquer chamado.

   Para nossa alegria (minha, dele e da escola), não foi preciso e ficou ótimo! Ao chegar, ganhei um abração delícia, e para confirmar que foi legal, ele ainda foi brincar mais um pouco antes de irmos, ou seja, não estava desesperado para ir embora.

   No sétimo dia, entrei já contando que seria igual o dia anterior e tal. Fiquei coisa de 15 minutos, apenas para ele chegar, brincar um pouco comigo por perto, aí me despedi com carinho dizendo que voltaria e ele nem reclamou. Quando voltei para buscá-lo recebi novamente o abraço e sorriso mais delicioso do mundo e elogio do time de que ele ficou ótimo, não chorou nada, comeu e se divertiu.

   Que alegria! Achei que poderia ter sofrimento (se ele chorasse/sofresse muito, eu com certeza sofreria umas 4 x mais que ele rsrs...), mas não teve nada. Foi suave e feliz o início da escola. Em resumo, levamos uma semana para adaptar! =)

   Essa é a minha história e estou compartilhando para inspirar, ajudar, dividir, mas nem sempre é assim. Pode ser mais difícil, sofrido, demorado, cada criança e cada mãe/pai é um indivíduo diferente e não é para ninguém se comparar com ninguém.

   Com carinho,
   Mamãe Fernanda Suplicy

   P.S. – veja AQUI um vídeo caseiro dos primeiros dias dele na escolinha:  

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